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Braskem realiza reajustes para alinhar preços ao mercado internacional


A petroquímica Braskem está realizando reajustes para equiparar seus preços ao mercado internacional neste terceiro trimestre. Os aumentos ocorrem após um segundo trimestre no qual as indústrias compradoras de resinas formaram estoques, para se anteciparem às altas, em decorrência da desvalorização cambial. "Os ajustes estão acontecendo para trazer os preços um pouco mais em linha com o preço internacional. Ainda não tenho posição para dizer que já está tudo alinhado, estamos num processo de alinhamento", afirmou o presidente da companhia, Carlos Fadigas. O executivo reiterou que os preços sempre foram alinhados ao mercado externo. "Não há nada de novo nisso", disse, evitando comentar se a expectativa de desaceleração da demanda neste trimestre, devido ao consumo de estoques, se concretizou.

5 plantas desligadas

Fadigas relatou ainda, que o apagão que atingiu o Nordeste, na última quarta-feira (28), resultou em desligamento por quatro a cinco dias de suas seis plantas na Bahia e duas no Alagoas, o que deve afetar a produção da empresa de julho a setembro. "São plantas sofisticadas e muito grandes, que demoram algum tempo para serem ligadas", explicou. Segundo ele, as plantas já foram religadas, mas o balanço do impacto financeiro e sobre a produção só deverá ser fechado em 10 dias, e divulgados nos resultados do 3º trimestre. "Não acho que o valor justifique divulgação [através de Fato Relevante]", disse.

Demanda intermediária

Questionado sobre a alta do PIB no 2º trimestre, Fadigas respondeu que ainda é preciso avaliar os últimos quatro meses do ano, para saber o quanto do crescimento na demanda por resinas termoplásticas até o momento é resultado de formação de estoques, ou de crescimento econômico: "alguns setores da economia estão um pouco mais dinâmicos, como agricultura, varejo - com a volta das sacolas plásticas que haviam sido banidas em algumas cidades - e também a parte de infraestrutura, que vai gradualmente avançando". Segundo o presidente da Braskem, isso criou uma base melhor de demanda. "A questão toda é saber se nos quatro meses até o fim do ano isso se sustenta e confirma um ano de bom crescimento de demanda por resina ou se o que vai se confirmar é a formação de estoque, e no final terminamos o ano com uma demanda mais intermediária", ponderou. Em agosto, a Braskem elevou a previsão de avanço da demanda doméstica por resinas de 5% para 7% a 8% no ano. O número foi revisto após a demanda encerrar o primeiro semestre em alta de 15%.

Fonte: DCI – 06/09/2013




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