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Cresce no mercado a procura por embalagens ecológicas


Em escala mundial, as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a atual situação do meio ambiente. O consumo excessivo já está gerando alguns problemas em algumas cidades do Brasil, onde podemos ver o lixo jogado pelas ruas e a falta de água em muitas regiões.

Praticamente todos os produtos que consumimos hoje utilizam o plástico para fabricação ou acondicionamento. Mas todas as embalagens de plástico são iguais? Podem até parecer, mas existem algumas que oferecem um diferencial importante, são produzidas de fonte renovável e são consideradas ecológicas. O plástico verde ou polietileno verde começou a ser produzido pela Braskem em escala industrial e comercial a partir de 2010.

Mas afinal, o que significa este polietileno verde? É um plástico produzido a partir do etanol da cana-de-açúcar, matéria-prima obtida de fonte renovável, sendo que os polietilenos tradicionais utilizam matérias-primas de origem fóssil, como o petróleo ou gás natural. O processo é simples de entender: a cana-de-açúcar, que capta CO2 da atmosfera, e produz o etanol que é transformado em eteno e então o polietileno verde.

A partir disso, o polietileno verde é transformado em diversos produtos e o consumidor opta em ser mais sustentável em seu consumo. Este polietileno é 100% reciclável e durante a sua produção, colabora para reduzir a emissão dos gases causadores do efeito estufa, explica o Engenheiro Mestre em plástico da Aliança Embalagens, Ricardo Fischer Brandenburg.

É interessante saber que o polietileno verde possui as mesmas propriedades, desempenho e versatilidade de aplicações do polietileno petroquímico. Ele pode ser transformado em embalagens rígidas, tampas, sacolas e embalagens flexíveis e filmes, que é o caso da Aliança Embalagens. Ele possui a mesma aparência e resistência, e pode ser uma grande vantagem para quem quer chamar a atenção no mercado em função do apelo ecológico, destaca a analista de Marketing da Aliança Embalagens, Priscila Zibell. “Nós oferecemos embalagens plásticas flexíveis para diversos setores, mas o carro-chefe da Aliança está no setor médico-hospitalar, que possui um grande potencial para aderir ao plástico verde”, conclui.

De acordo com a Braskem, para a indústria da reciclagem, esse fato é de grande importância, pois não são necessários investimentos em novos equipamentos ou ajustes técnicos específicos para o reprocessamento do plástico verde. Mas a preocupação ambiental com a produção do Plástico Verde começa bem antes do chão de fábrica, já nas plantações de cana, que devem seguir o Código de Conduta para Fornecedores de Etanol, elaborado pela Braskem.

Para ser aprovado no mercado, a embalagem de polietileno verde possui validação através da medição do Carbono 14. “O material é enviado para um laboratório nos Estados Unidos para análise de conteúdo renovável, válida mundialmente. É um produto versátil, assim como o polietileno petroquímico, porém, mais sustentável e também pode ser aproveitado por diversos setores”, conclui Priscila. A empresa está atenta às tendências nacionais em relação ao consumo consciente, e acredita que os consumidores das gerações Y e Z estão mais preocupados com a preservação do meio ambiente. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBOPE a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em 2011, o percentual de pessoas preocupadas com a situação do meio ambiente aumentou de 80% para 94% em 2011.

Após determinação do conteúdo renovável na embalagem, a empresa pode começar a comercializar o seu produto dentro de uma embalagem de polietileno verde e receber o selo I’m green™ da Braskem, se estiver conforme as orientações do uso da marca. Este selo de comunicação é essencial para identificação de um produto sustentável.

A Aliança Embalagens pretende aumentar a procura por este tipo de material.  A missão é divulgar ao máximo e produzir embalagens verdes de qualidade. A parceria entre a Aliança e a Braskem é muito saudável, o que repassa credibilidade e tranquilidade aos clientes. O diretor da Aliança Embalagens, Fred Zibell, conta que o plástico verde é tendência para o futuro das embalagens plásticas e que muitas empresas já repensaram o modo de produção e principalmente uma forma de reduzir o impacto ao meio ambiente.

A indústria Alimentícia também possui grande potencial para aderir ao projeto do Plástico Verde. A Fiesp encomendou uma pesquisa sobre o Consumo de Alimentos no Brasil ao Ibope, conhecida como Brasil Food Trends 2020, que analisou várias categorias, dentre elas, os produtos que despertam o desejo do consumidor quando lançados no mercado. O resultado aponta que 28% dos consumidores se interessam por bolachas e biscoitos, 25% em chocolates e bombons, 21% em alimentos congelados ou semiprontos e 19% se interessam por lançamentos de produtos como o arroz. O restante está dividido em iogurtes, sucos e queijos, respectivamente, 32%, 27% e 24%. Outro fator importante na indústria alimentícia aponta que em alguns produtos, a marca exerce maior influência. Como por exemplo em produtos como o arroz (44%), feijão (36%), café (32%), leite (24%). “Acredito que esta tendência seja muito importante para as indústrias alimentícias apostarem em projetos mais sustentáveis em suas embalagens plásticas flexíveis. Dos itens citados acima, a Aliança Embalagens já produz embalagens para bolachas, biscoitos, chocolates e congelados, arroz, feijão e laticínios” afirma Fred Zibell.

A pesquisa ainda indica que a “Saudabilidade e Bem-estar” e “Sustentabilidade e Ética” (5ª categoria analisada) foi citada como importante para 21% da amostra. Este grupo busca alimentos mais saudáveis e que trazem benefícios à saúde. Também indicam a prioridade da compra de alimentos industrializados, caso o fabricante seja consciente na preservação do meio ambiente ou que possua projetos sociais vinculados à empresa. “Por isso, acreditamos tanto no Plástico Verde da Braskem. Após a validação no laboratório, o cliente já poderá utilizar o selo de comunicação do plástico verde, o que agrega muito valor ao produto no ponto de venda” destaca Priscila.

 

FONTE: WWW.ABIEF.COM.BR




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