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Mais alimentos, mais embalagens


Dados divulgados pela FAO/ONU (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), no início de novembro, mostram que nos últimos 20 anos o número de pessoas que passam fome no Brasil caiu quase 10 milhões. Entre 1992 e 2013, o número de cidadãos brasileiros famintos passou de 22,8 milhões para 13,6 milhões de pessoas. Com este resultado, o País atingiu uma das Metas do Milênio, ao lado de outras 30 nações.

Mas apesar dos avanços, a FAO indica que o volume de pessoas famintas ainda é inaceitável. Se grandes países emergentes conseguiram fazer avanços importantes, regiões inteiras da África ainda registram um aumento do problema. Do total mundial de famintos, apenas 15,7 milhões de pessoas estão nos países ricos.

Além disso, as perdas e/ou desperdício de alimentos, em escala global, equivalem a US$ 990 bilhões. Este valor é cerca de sete vezes o valor gasto em desenvolvimento entre 2011/2012 – cerca de US$ 134 bilhões. Para dar uma ideia de números, o orçamento da Bélgica em 2012 foi inferior a US$ 266 bilhões.

Ironicamente, enquanto o número de famintos cai de forma geral no planeta, o volume de cidadãos que passam fome nos países ricos aumentou nos últimos quatro anos, com um incremento de 500 mil. O fenômeno foi registrado no mesmo período em que a pior crise econômica dos últimos 70 anos afetou a Europa e os Estados Unidos.

Pela meta criada pela ONU para ajudar no combate à fome, os governos precisariam reduzir em 50% a proporção de pessoas famintas em relação ao total da população, entre 1990 e 2015. Segundo os dados divulgados, a redução no Brasil superou a marca de 54%: em 1990, 15% da população nacional passava fome; hoje, a taxa é de 6,9%.

Para Eduardo Daher, diretor executivo da Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal), a melhora no combate à fome no País tem relação direta com a excelência do agronegócio nacional. Segundo ele, a agropecuária brasileira tornou-se, no mesmo período citado pela FAO, uma referência de modernidade e produtividade para todos os países produtores de alimentos. "Não é à toa que hoje temos o desafio de assumir a posição de celeiro do mundo", lembra Daher.

No entanto, o executivo destaca que é preciso comemorar os bons resultados obtidos nos últimos anos, sem distrair-se do grande desafio que a agricultura brasileira ainda tem pela frente.

Em números absolutos, a redução de 40% no número de famintos no Brasil é uma das maiores do mundo e é duas vezes mais acelerada que a média mundial. Entre 1992 e 2013, a fome mundial caiu 17%: hoje são 842 milhões de pessoas que passam fome, contra 868 milhões dois anos atrás. Em 1992, o número total era de 1 bilhão.

Além da otimização das práticas agrícolas, os especialistas apontam a embalagem como essencial para garantir que os alimentos cheguem às mesas dos cidadãos. Sem embalagens – e sem embalagens adequadas – corre-se o risco de produzir e perder a produção.

Assim, mais do que nunca, os convertedores de embalagem devem antenar-se a esta oportunidade e buscar participar do processo de “alimentação” do mundo. O foco, além do Brasil é claro, deve ser o continente africano e a Índia que concentram grande número de famintos. É possível participar de projetos de desenvolvimento/fornecimento de embalagens para estas e outras regiões carentes via FAO.

Fonte: Fonte: FAO/ONU (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) Andef:www.andef.com.br  FAO:www.fao.org.br




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